Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)

Responsável: Banco Central do Brasil (Bacen).

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) foi criado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) para mensurar a evolução (ou retração) da economia brasileira, bem como seu ritmo de crescimento, ao longo dos meses e dos anos. Além disso, ele é um dos principais fatores que auxiliam as autoridades monetárias a definirem a Taxa Selic durante as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Um resultado acelerado do IBC-Br pode fazer com que as taxas de juros aumentem, enquanto a retração leva aos cortes. Como a Taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil, ela traz impactos diretos para grande parte dos investimentos, afetando os rendimentos obtidos.

Sua periodicidade de divulgação é mensal, sempre 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência sobre a economia. Abaixo relacionamos todos os índices IBC-Br publicados pelo Bacen no período de junho de 1989 a dezembro de 1969 (índice de janeiro de 1970 não digulgado pelo Bacen até a presente data), dividido em 3 colunas, sendo: (i) o índice válido num dado mês de referência; (ii) o acumulado em cada ano e; (iii) o acumulado nos 12 meses anteriores ao IBC-Br do mês de referência. Mais uma vez a VRi Consulting trazendo material de qualidade aos leitores!

Mês/Ano Valor dessazonalizado Variação mês (Em %)

Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br):

É inegável que o Produto Interno Bruto (PIB) é o indicador mais utilizado para mensurar a evolução (ou retração) da economia de um determinado país, bem como seu ritmo de crescimento, ao longo dos meses e dos anos. Porém, para formular suas políticas monetárias, incluindo o controle da inflação e do consumo, o Banco Central do Brasil (Bacen) se utiliza de outro índice como base, qual seja, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

O IBC-Br coleta dados de diversos setores da economia, como agropecuária, indústria e serviços. Quando foi criado em 2003, o índice era divulgado de forma separada, de acordo com a região e o Estado, mas foi convertido e passou a ter caráter nacional em 2010.

Ele é divulgado mensalmente (frequência mensal), sempre 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência. Dessa forma, o índice demonstra as tendências do Produto Interno Bruto (PIB), mas os dois indicadores não devem ser confundidos, já que podem apresentar divergências em seus resultados (ver item "Diferença entre IBC-Br e PIB" abaixo).

Por ser uma estimativa formada por diversos outros componentes, e não um dado oficial, o IBC-Br pode ser formulado e atualizado a qualquer momento do ano. Dessa forma, o índice é um dos principais fatores que auxiliam as autoridades monetárias a definirem a Taxa Selic durante as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Um resultado acelerado do IBC-Br pode fazer com que as taxas de juros aumentem, enquanto a retração leva aos cortes. Como a Taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil, ela traz impactos diretos para grande parte dos investimentos, afetando os rendimentos obtidos.

Interessante observar que o IBC-Br também interfere no cálculo do Risco-Brasil (ou Risco-País). Esse é um identificador utilizado para determinar qual o nível de estabilidade existente em determinado país. Para tanto, ele considera questões políticas, econômicas e sociais do local analisado.

Como o IBC-Br demonstra como está o crescimento econômico do Brasil, ele serve como uma referência das capacidades de o país honrar suas obrigações financeiras, principalmente em épocas de crise. Tendo em vista que este índice demonstra como está o crescimento econômico do Brasil, ele é um indicador utilizado pelos estrangeiros que pretendem investir no Brasil.

Portanto, quem tem investimentos ou negócios precisa acompanhar esse o IBC-Br para fazer previsões de mercado e tomar decisões mais acertivas. Porém, também é importante continuar acompanhando os demais dados para ter mais segurança ao investir.

Cálculo do IBC-Br

O IBC-Br considera os bens e serviços produzidos pelo país, mas não considera a demanda (que entra no cálculo do PIB). Aqui, são consideradas as produções da agropecuária, da indústria e dos serviços, além de dados obtidos nos seguintes levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):

Em épocas sazonais, como o Natal, são feitos dois cálculos. Um deles conta com os efeitos sazonais, enquanto o outro os exclui. Isso ajuda a entender de forma mais realista a situação econômica, além de revelar as tendências com mais exatidão.

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Diferença entre IBC-Br e PIB:

Por se tratar de indicador agregado de atividade, a taxa de crescimento do IBC-Br é frequentemente comparada à do Produto Interno Bruto (PIB). Embora a comparação seja natural, na medida que a estrutura do Sistema de Contas Nacionais (SCN) é utilizada para seleção e uso das proxies empregadas na apuração do IBC-Br (1), há diferenças conceituais, metodológicas e mesmo de frequência de apuração entre os 2 (dois).

Dentro desse contexto, é impossível dizer que o IBC-Br é uma prévia do PIB. No entanto, indica uma tendência de resultado. Para isso, é necessário haver uma divulgação frequente do Índice de Atividade Econômica, conforme é realizado todo mês.

Portanto, a construção do IBC-Br foi motivada pela inexistência de indicador agregado de atividade econômica de frequência mensal que permitisse sintetizar e avaliar, em maior frequência, o estado da economia, em contexto de decisões de política monetária. Publicado cerca de 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência, o IBC-Br tem se mostrado particularmente importante nos primeiros meses de cada trimestre, já que o PIB oficial é divulgado com defasagem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou seja, trimestralmente.

Não obstante a base metodológica do cálculo do IBC-Br ter como referência o SCN, o indicador não dispõe do mesmo painel de informações utilizado na compilação do PIB. Por ser calculado pela ótica da oferta, ou seja, da produção dos 3 (três) setores econômicos (agricultura, indústria e serviços), o IBC-Br não adota procedimentos de balanceamento entre oferta e demanda. Já a estimação do PIB procura compor quadro mais abrangente, equilibrando dados da oferta com os da demanda e, consequentemente, utilizando maior fluxo de informações do que o considerado pelo cálculo do IBC-Br. Do mesmo modo, o nível de desagregação dos indicadores utilizados na compilação e os procedimentos de estimação do produto de cada atividade podem diferenciar os cálculos do IBC-Br dos do PIB (2).

Mesmo considerando essas especificidades, o IBC-Br cumpre o papel de indicar a tendência da atividade econômica. No Gráfico 1, é possível observar as variações interanuais das séries de PIB e IBC-Br. Observam-se divergências, como na crise financeira internacional de 2008/2009 e posterior recuperação de 2010, quando a série do IBC-Br apresentou oscilações de maior amplitude. Entretanto, apesar de divergências pontuais, as trajetórias de médio prazo da atividade econômica são similares nas duas séries. No período de 2004 a 2017, a diferença absoluta média das variações interanuais foi igual a 0,69 p.p. na comparação trimestral e 0,61 p.p. quando consideradas as taxas anuais de crescimento (3) (Gráfico 2).

Variações interanuais de PIB e IBC-Br
Gráfico 1: Variações interanuais de PIB e IBC-Br.

Variações anuais de PIB e IBC-Br
Gráfico 2: Variações interanuais de PIB e IBC-Br.

Quando a análise da atividade econômica é focada na trajetória de curto prazo, costuma-se utilizar a série ajustada sazonalmente (4) , com o intuito de remover da série original efeitos relacionados à época do ano, ao número de dias úteis, etc. Exemplos clássicos são os efeitos do Natal sobre o comércio no final do ano e o impacto do feriado de carnaval sobre a produção industrial. Como os procedimentos estatísticos de ajuste sazonal se adaptam de forma particular a cada série temporal, diferenças relacionadas à quantidade de observações da série ou à especificação dos modelos de dessazonalização podem contribuir para ampliar as divergências entre as variações na margem.

O Gráfico 3, que confronta as variações trimestrais dessazonalizadas do IBC-Br com as do PIB, mostra diferenças consideráveis em alguns trimestres, o que pode gerar interpretações conflitantes sobre o estado atual da economia, ainda que ambos indiquem evolução similar da atividade econômica em prazos mais dilatados, conforme ilustra o Gráfico 4.

Variações trimestrais de PIB e IBC-Br<sup>1/</sup>
Gráfico 3: Variações trimestrais de PIB e IBC-Br1/.

PIB e IBC-Br<sup>1/</sup>
Gráfico 4: PIB e IBC-Br1/.

Utilizando os respectivos métodos de dessazonalização, a diferença absoluta média das variações trimestrais do PIB e do IBC-Br situou-se em 0,35 p.p., no período entre o primeiro trimestre de 2014 e o quarto de 2017 (5), o que equivale a uma diferença anualizada de 1,4 p.p.

No quarto trimestre de 2017, em particular, as trajetórias do PIB e do IBC-Br, com ajustes sazonais, divergiram de modo significativo ao assinalarem variações de 0,1% e 1,3%, respectivamente, em relação ao terceiro trimestre. Essa discrepância foi bem mais modesta quando consideradas as variações interanuais de 2,12% e 2,56%, na mesma ordem. De fato, diferenças de comparações na margem podem se originar, em grande parte das vezes, de condições distintas do processo de dessazonalização, seja nos parâmetros da especificação ou mesmo no tamanho da série utilizada.

Em resumo, o IBC-Br e PIB são indicadores agregados de atividade econômica com trajetórias similares no médio prazo. Há características que os diferenciam tanto do ponto de vista conceitual quanto metodológico: o IBC-Br, de frequência mensal, permite acompanhamento mais tempestivo da evolução da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve quadro mais abrangente da economia. Além disso, o processo de dessazonalização pode contribuir para ampliar as diferenças pontuais entre os dois indicadores, ensejando cautela em comparações nos horizontes mais curtos. No entanto, essas diferenças tendem a se compensar ao longo do tempo, favorecendo as comparações em horizontes mais longos, como a anual.

Notas:

(1) O IBC-Br é construído com base em proxies representativas dos índices de volume da produção da agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além do índice de volume dos impostos sobre a produção. Essas proxies são agregadas com pesos derivados, em especial, das tabelas de recursos e usos do SCN. Também são utilizadas outras informações de caráter estrutural, como as obtidas na Pesquisa Industrial Anual (PIA), na Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e na Produção Agrícola Municipal (PAM).

(2) Por exemplo, os dados referentes aos índices de volume das indústrias extrativa e de transformação possuem desagregação nos meses que antecedem a divulgação do PIB trimestral menor do que a disponível após a divulgação das Contas Nacionais Trimestrais. Há ainda desconhecimento sobre a desagregação de alguns componentes, como intermediação financeira, seguros e previdência complementar.

(3) Este exercício não reproduz exatamente as diferenças observadas no passado para as séries do PIB e do IBC-Br, visto que ambas as séries estão sujeitas a revisões, mas indica a ordem de grandeza.

(4) Os termos ajuste sazonal e dessazonalização utilizados englobam o ajuste sazonal propriamente dito e também ajustes de efeitos de calendário.

(5) Embora o ajuste sazonal tenha sido feito de forma recursiva, para o período entre o primeiro trimestre de 2014 e o quarto de 2017, o exercício não reproduz exatamente as diferenças na margem observadas no passado para a séries do PIB e do IBC-Br, visto que ambas as séries estão sujeitas a revisões.

Fonte: Estudo Especial nº 3/2018 do Banco Central do Brasil (Bacen).

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Resumo dos indicadores econômicos e financeiros Resumo dos indicadores econômicos e financeiros
Órgão Indicador Dez/22 Jan/23 Fev/23 Mar/23 Abr/23 Mai/23 Jun/23 Jul/23 Ago/23 Set/23 Out/23 Nov/23 Dez/23
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
DIEESE ICV 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
FGV IVAR -1,19 4,20 1,06 0,97 0,76 -0,06 -0,48 0,51 1,86 -1,74 1,80
FGV IPC-M 0,44 0,61 0,38 0,66 0,46 0,48 -0,25 0,11 -0,19 0,27 0,27 0,42
FGV IPC-DI 0,35 0,80 0,34 0,74 0,50 0,08 -0,10 0,07 -0,22 0,27 0,45
FGV IPC-10 0,58 0,47 0,55 0,47 0,57 0,60 -0,18 0,02 -0,01 0,02 0,25 0,39
FGV IPA-M 0,47 0,10 -0,20 -0,12 -1,45 -2,72 -2,73 -1,05 -0,17 0,41 0,60 0,71
FGV IPA-DI 0,32 -0,19 -0,04 -0,71 -1,56 -3,37 -2,13 -0,61 0,10 0,51 0,57
FGV IPA-10 0,31 -0,06 -0,14 -0,07 -0,96 -2,25 -3,14 -1,54 -0,20 0,23 0,61 0,60
FGV INCC-M 0,27 0,32 0,21 0,18 0,23 0,40 0,85 0,06 0,24 0,24 0,20 0,10
FGV INCC-DI 0,09 0,46 0,05 0,30 0,14 0,59 0,71 0,10 0,17 0,34 0,20
FGV INCC-10 0,36 0,14 0,33 0,12 0,22 0,09 1,19 0,01 0,17 0,18 0,36 0,18
FGV IGP-M 0,45 0,21 -0,06 0,05 -0,95 -1,84 -1,93 -0,72 -0,14 0,37 0,50 0,59
FGV IGP-DI 0,31 0,06 0,04 -0,34 -1,01 -2,33 -1,45 -0,40 0,05 0,45 0,51
FGV IGP-10 0,36 0,05 0,02 0,05 -0,58 -1,53 -2,20 -1,10 -0,13 0,18 0,52 0,52
FIPE IPC 0,54 0,63 0,43 0,39 0,43 0,20 -0,03 -0,14 -0,20 0,29 0,30
IBGE IPP -1,26 0,29 -0,29 -0,65 -0,35 -2,88 -2,72 -0,76 0,75 1,06 1,11
IBGE IPCA-15 0,52 0,55 0,76 0,69 0,57 0,51 0,04 -0,07 0,28 0,35 0,21 0,33
IBGE IPCA 0,62 0,53 0,84 0,71 0,61 0,23 -0,08 0,12 0,23 0,26 0,24
IBGE INPC 0,69 0,46 0,77 0,64 0,53 0,36 -0,10 -0,09 0,20 0,11 0,12
SindusCon CUB s/ des/ção 0,17 -0,06 0,00 -0,18 0,29 1,44 0,64 0,09 0,05 -0,05 -0,05 0,12
SindusCon CUB c/ des/ção 0,18 -0,07 0,00 -0,19 0,27 1,36 0,61 0,07 0,06 -0,05 -0,05 0,13
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Bacen Poupança 0,7082 0,7091 0,5834 0,7404 0,5825 0,7158 0,6808 0,6589 0,7171 0,6136 0,6061 0,5779
Bacen TBF 1,0489 1,0398 0,8536 1,0912 0,8527 1,0465 1,0014 0,9694 1,0578 0,9039 0,8964 0,8481
Bacen TJLP 0,6000 0,6142 0,6142 0,6142 0,6067 0,6067 0,6067 0,5833 0,5833 0,5833 0,5458 0,5458 0,5458
Bacen TR 0,2072 0,2081 0,0830 0,2392 0,0821 0,2147 0,1799 0,1581 0,2160 0,1130 0,1056 0,0775
Cetip CDI 1,1233 1,1233 0,9181 1,1747 0,9181 1,1233 1,0720 1,0720 1,1375 0,9729 0,9976
RFB Selic 1,12 1,12 0,92 1,17 0,92 1,12 1,07 1,07 1,14 0,97 1,00 0,92
Indicadores diversos (em Reais)
Indicadores diversos (em Reais)
Bacen UPC 23,81 23,93 23,93 23,93 24,06 24,06 24,06 24,17 24,17 24,17 24,29 24,29 24,29
Federal Mínimo 1.212,00 1.302,00 1.302,00 1.302,00 1.302,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00 1.320,00
Federal Teto INSS 7.087,22 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49 7.507,49
Sefaz/SP UFESP 31,97 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26 34,26
Cotação Ptax das principais moedas (Em Reais)
Cotação Ptax das principais moedas (Em Reais)
Moeda (Ptax) Dez/22 Jan/23 Fev/23 Mar/23 Abr/23 Mai/23 Jun/23 Jul/23 Ago/23 Set/23 Out/23 Nov/23 Dez/23
Dólar dos EUA (USD) 5,21710 5,09870 5,20720 5,07980 5,00010 5,09530 4,81860 4,74090 4,92130 5,00700 5,05690 4,93490 4,91850
Dólar canadense (CAD) 3,85420 3,82010 3,82520 3,75530 3,68850 3,74870 3,64050 3,60220 3,63440 3,69820 3,64250 3,63740 3,63880
Euro (EUR) 5,56660 5,53670 5,52170 5,52170 5,51960 5,42750 5,26140 5,22260 5,33370 5,29840 5,34310 5,38300 5,32970
Iene japonês (YPY) 0,03957 0,03921 0,03823 0,03826 0,03676 0,03645 0,03335 0,03334 0,03378 0,03351 0,03339 0,03338 0,03332
Libra esterlina (GBP) 6,27670 6,27340 6,30380 6,28170 6,28910 6,31410 6,12300 6,09350 6,23180 6,11450 6,13550 6,24660 6,21500
Peso argentino (ARS) 0,02951 0,02728 0,02641 0,02431 0,02246 0,02128 0,01877 0,01722 0,01406 0,01430 0,01445 0,01369 0,01362
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Uma trabalhadora que ingressou com ação e não pediu que fosse decretado segredo de justiça foi condenada a pagar R$ 6 mil por danos morais a uma instituição bancária, conforme sentença proferida na 8ª Vara do Trabalho de São Paulo-SP. De acordo com a juíza Katiussia Maria Paiva Machado, documentos anexados à petição inicial continham dados sobre remuneração de pessoas físicas e informações sigilosas sobre operações e dados estratégicos do banco (...)

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Transportadora vai indenizar motorista por assinatura falsa em atestado demissional

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Transkalledy Transporte Ltda., de Ananindeua (PA), a pagar R$ 10 mil de indenização a um motorista, em razão de fraude em sua assinatura em atestado demissional. A perícia demonstrou que a assinatura não era do empregado e, sendo o documento de responsabilidade da empresa, ficou configurada conduta grave passível de compensação por dano moral. Incidente de falsidade Em 2013, o motorista havia (...)

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Engenheiro será indenizado por uso de equipamento pessoal para trabalhar

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou que a Centro Oeste Asfaltos S.A., de Cuiabá (MT), indenize um engenheiro civil pelo uso de equipamento de laboratório próprio na atividade desempenhada. Segundo o colegiado, o material era usado em benefício da empresa, e os custos do trabalho são de inteira responsabilidade do empregador. Massa asfáltica O engenheiro, que trabalhou de janeiro de 2004 a junho de 2016 para a empresa, conta que f (...)

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